Dançar, no começo, requer apenas que nos mexamos coordenadamente. No princípio esta coordenação é que vai nos guiar pelas dificuldades e nos colocar em relação ao parceiro(a) de dança de forma sincronizada ou não.

Soltamos “foguetes” quando conseguimos executar um passo sincronizadamente com nosso par de dança. Isso é o ápice da dança. E é esta conquista que nos gera uma sensação de prazer momentâneo, fazendo com que queiramos repetir  isso com aquela pessoa cada vez mais.

Numa próxima etapa, já queremos ter a conquista desse prazer (sincrônico), mais harmonizados com a música. Isto seria mais um ápice de prazer, só que agora sincronizados também com a música.

E depois, numa terceira etapa, queremos envolver a parceira(o) com passos mais elaborados, mais difíceis, de forma que possamos superar mais desafios e sejamos melhores a cada dia. A tendência de queremos ser melhores do que nós mesmos na dança é saudável para o desenvolvimento corporal e psicológico do ser humano. E é como se aquela sensação de prazer quisesse sempre estar presente. Chega a ser comparada por alguns a um vício. Só que é um “vício” saudável.

Neste vídeo resolvi apresentar uma técnica para alguns aprendizes de dança. Esta técnica ensina a você ter mais agilidade no seu corpo, na sua dança, mesmo que você esteja no começo do seu aprendizado, não tem problema.

Procurei passar da forma mais simples possível. Mas o importante aqui é o aproveitamento da música.

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Kenio Nogueira
Kenio Nogueira

Professor de danças de salão, coreógrafo, produtor cultural, pós-graduado especialista em Danças de Salão, empresário, engenheiro químico. "Expresse-se dançando..."

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